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Halloween na reta final: lojistas do Rio esperam alta de 3% e Ipem-SP alerta para máscara e fantasia sem procedência

A quatro dias do Dia das Bruxas, pesquisa do Sindilojas-Rio e do CDLRio aponta vendas 3% maiores que em 2025, com tíquete de R$ 100 a R$ 200. O Ipem-SP lembra que brinquedo precisa de selo do Inmetro e que máscara tem de deixar respirar e enxergar.

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Prateleiras com decoração de Halloween em uma loja
Decoração e acessórios puxam as vendas da reta final do Halloween (imagem ilustrativa) Mjrmtg / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Faltam poucos dias para o Halloween, que neste ano cai num sábado (31), e as últimas pesquisas do varejo mostram uma data pequena, mas em crescimento, para quem vende fantasias, acessórios e decoração.

Rio espera alta de 3%

Levantamento do Sindilojas-Rio e do CDLRio, divulgado nesta terça-feira (27) com 250 lojistas, aponta expectativa de vendas 3% maiores que no Halloween de 2025. O tíquete médio deve ficar entre R$ 100 e R$ 200, e o pagamento preferido do consumidor segue sendo o cartão de crédito parcelado. Pela pesquisa, a Zona Norte deve concentrar 29% das vendas da data na cidade, e o Centro, 27%.

No Distrito Federal, a Fecomércio-DF também vê clima melhor: segundo o Jornal de Brasília, 85% dos empresários ouvidos esperam vender de 5% a 20% mais, contra 74% que tinham essa expectativa no ano passado. Por lá, os acessórios, como máscaras, chapéus e perucas, lideram a procura, um padrão que se repete em várias praças: muita gente prefere montar a fantasia com peças avulsas a comprar o traje completo.

Fantasias de Halloween expostas à venda
Ipem-SP recomenda checar ventilação de máscaras e o selo do Inmetro em itens infantis (imagem ilustrativa) Silar / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Na 25 de Março, como o 25 de Março Já mostrou, a temporada dividiu os lojistas, com casas de fantasia apostando em dobrar as vendas e outras calculando queda. Os últimos dias costumam concentrar o pico de movimento, e o fim de semana emenda com o feriado de Finados.

O que o Ipem-SP recomenda

Com a procura em alta, o Ipem-SP, órgão estadual ligado ao Inmetro, divulgou orientações para quem compra e para quem vende:

  • Brinquedos e itens de diversão infantil devem ter o selo do Inmetro e a indicação de faixa etária na embalagem;
  • máscaras precisam permitir boa ventilação e visibilidade, já que modelos mal ajustados ou com aberturas pequenas podem causar asfixia ou desconforto, principalmente em crianças;
  • pisca-piscas e luminárias da decoração devem ter o selo do Inmetro e ser instalados conforme o fabricante, evitando velas e materiais inflamáveis;
  • o órgão desaconselha a compra no comércio informal, porque produtos sem procedência podem ter materiais tóxicos, peças pequenas ou bordas cortantes.

Para o lojista, a dica vale como argumento de venda: deixar à vista o selo do Inmetro e a faixa etária dos itens infantis ajuda o cliente a decidir e diferencia a loja formal do camelô na hora da última compra.

Com informações do Sindilojas-Rio, do Jornal de Brasília e do Ipem-SP, via Jornal Cidade.

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