Faltam poucos dias para o Halloween, que neste ano cai num sábado (31), e as últimas pesquisas do varejo mostram uma data pequena, mas em crescimento, para quem vende fantasias, acessórios e decoração.
Rio espera alta de 3%
Levantamento do Sindilojas-Rio e do CDLRio, divulgado nesta terça-feira (27) com 250 lojistas, aponta expectativa de vendas 3% maiores que no Halloween de 2025. O tíquete médio deve ficar entre R$ 100 e R$ 200, e o pagamento preferido do consumidor segue sendo o cartão de crédito parcelado. Pela pesquisa, a Zona Norte deve concentrar 29% das vendas da data na cidade, e o Centro, 27%.
No Distrito Federal, a Fecomércio-DF também vê clima melhor: segundo o Jornal de Brasília, 85% dos empresários ouvidos esperam vender de 5% a 20% mais, contra 74% que tinham essa expectativa no ano passado. Por lá, os acessórios, como máscaras, chapéus e perucas, lideram a procura, um padrão que se repete em várias praças: muita gente prefere montar a fantasia com peças avulsas a comprar o traje completo.

Na 25 de Março, como o 25 de Março Já mostrou, a temporada dividiu os lojistas, com casas de fantasia apostando em dobrar as vendas e outras calculando queda. Os últimos dias costumam concentrar o pico de movimento, e o fim de semana emenda com o feriado de Finados.
O que o Ipem-SP recomenda
Com a procura em alta, o Ipem-SP, órgão estadual ligado ao Inmetro, divulgou orientações para quem compra e para quem vende:
- Brinquedos e itens de diversão infantil devem ter o selo do Inmetro e a indicação de faixa etária na embalagem;
- máscaras precisam permitir boa ventilação e visibilidade, já que modelos mal ajustados ou com aberturas pequenas podem causar asfixia ou desconforto, principalmente em crianças;
- pisca-piscas e luminárias da decoração devem ter o selo do Inmetro e ser instalados conforme o fabricante, evitando velas e materiais inflamáveis;
- o órgão desaconselha a compra no comércio informal, porque produtos sem procedência podem ter materiais tóxicos, peças pequenas ou bordas cortantes.
Para o lojista, a dica vale como argumento de venda: deixar à vista o selo do Inmetro e a faixa etária dos itens infantis ajuda o cliente a decidir e diferencia a loja formal do camelô na hora da última compra.
Com informações do Sindilojas-Rio, do Jornal de Brasília e do Ipem-SP, via Jornal Cidade.




